terça-feira, 13 de outubro de 2009

Projeto Nino

Muito mais que companhia, os cachorros se tornaram fundamentais na recuperação e sociabilização de crianças e idosos.
Através do projeto nino, os cães ajudam profissionais de fisioterapia e psicologia a estimular de uma forma lúdica, crianças com necessidades especiais. E ainda levam alegria a milhares de idosos que vivem nas casas de repousos.
A equipe é composta por cinco integrantes, o veterinário Heverton Gonçalves , a fisioterapeuta Shirley Gomes , a psicóloga Lúcia Rocha e os cães nino e dona que juntos, tratam e divertem os pacientes. A sede fica localizada no instituto Verás, uma Instituição de Ensino conveniada ao SUS que trabalha com crianças especiais.
Esse projeto surgiu a partir do trabalho de monografia do Heverton, que baseado na cinoterapia, que é a união dos cães com a fisioterapia, para recuperação de crianças com paralisia cerebral. O grupo trabalha individualmente, ou seja, um cachorro para uma criança.
“Com essa terapia a gente coloca um animal ajudando na reabilitação. Com isso acontecem estímulos positivos, a criança se encanta pelo cão, aí ela vai querer brincar com ele. Então dentro das brincadeiras que podem ser feitas, a Shirley desenvolve seu trabalho com o auxílio do animal. Por exemplo, a criança precisa esticar a coluna, então ela fica em cima da bola e ela tem que se esticar para dar um biscoito para o nino, ou então ela joga a bolinha, e com isso exercita outras partes do corpo. Com isso ela sente também que está no comando, então com todas essas brincadeiras, as crianças conseguem um resultado muito mais fácil. Lógico que a reabilitação depende da família e de uma série de coisas também. ” O veterinário ainda nos lembra: “Esse tipo de trabalho tem que visar os dois lados. Tanto o do cão, quanto o da criança, do idoso ou de qualquer paciente. Então a gente começou a adaptação, através de brincadeiras em que o cão também se sentisse bem fazendo.” - diz Heverton.
A união de animais e profissionais para auxiliar as pessoas que necessitam de ajuda, está dando certo. O projeto idealizado pelo veterinário já beneficiou muitas pessoas. É o caso do menino Lucas, que através da ajuda da fisioterapeuta Shirley conseguiu melhorar e muito seu quadro. A sua recuperação surpreendeu a todos, e principalmente a fisioterapeuta que nos contou um pouco de como o paciente estava e como ele ficou após seis meses de tratamento.
“O Lucas tinha os braços e as pernas rígidos e a coluna flácida. Então a gente teve que trabalhar os membros para amolecer, e se tornar mais flexível, e a coluna para enrijecer e sustentar a cabeça. Então,com a ajuda do nino, que auxiliou no tratamento, ele se interessou mais em fazer os exercícios. Para tratar o menino com a ajuda da Dona e do Nino, eu peguei tratamentos da fisioterapia comum e adaptei a cinoterapia, com a ajuda do Heverton que controla os cães. E a gente conseguiu fazer o menino sentar, posicionar melhor a cabeça e com isso ele interagir melhor com as pessoas.” Esse tipo de tratamento deu ao menino mais confiança. “Na escola eles tinham um trabalho de interação de corte e cola, mais o Lucas não conseguia segurar a tesoura, e ele ficava só olhando. E então, a partir do momento que ele descobriu que podia sentar, aí o mundo foi pequeno pra ele. Aí ele começou a querer participar também. Apesar do trabalho duro, ver esse resultado foi muito gratificante para mim. ” explica a fisioterapeuta.
Durante seis meses o menino foi sendo acompanhado pelos profissionais, que faziam a cinoterapia duas vezes por semana. Com a aceitação do tratamento pelo garoto, o grupo decidiu documentar o tratamento do menino. “Nós fomos para São Paulo apresentar o artigo, no 1° congresso de terapia assistida por animais.” Diz Shirley.

A psicóloga Lúcia também pode comprovar, que com os cães a recuperação é mais rápida, não só com o tratamento das crianças, mas das pessoas da terceira idade também. “Os idosos lembraram coisas do passado e ficam alegres com a companhia dos animais. E as crianças tiveram muito mais vontade de participar das atividades. Eles tiveram uma melhora muito significativa.” A psicóloga disse também, que não são só os idosos e as crianças que precisam dos cuidados dela. “Os pais ficam muito sensibilizados com o estado do filho e com as dificuldades que passam. Então, muitas vezes eles precisam também de um apoio psicológico para enfrentar as dificuldades que estão passando. ” - Afirma Lúcia.

Para que os animais possam fazer esses trabalhos com as pessoas, eles também precisam de cuidados e treinamentos. Antes de começar a terapia assistida, os cães precisam passar por um longo tratamento e adestramento. O cachorro precisa fazer uma série de exames, para verificar se ele não tem algum problema ou doença. Eles também devem estar sempre com a vacinação em dia e livre de pulgas e carrapatos. “O Heverton ia para a terapia com o Nino na rua, e sempre que ele chegava para fazer o tratamento com qualquer cachorro, ele passava um lenço umedecido nas patas e nos olhos. E aí as mães se sentiam mais seguras vendo esses tipos de cuidados. Porque essas crianças têm a imunidade baixa, então o trabalho com a higiene tem que ser dobrado. ”- Comenta Shirley .
É necessário dar banho no animal pelo menos dois dias antes da visita, de preferência com produtos anti-pulga. “Além da higiene do local e do animal a gente também trabalha a parte comportamental, a parte clínica e a interação. Para ter um bom desenvolvimento é preciso trabalhar em equipe.” Conta Heverton.
A procura pelo tratamento é grande, são mais de duzentas crianças na fila de espera. Porém eles não têm verba para atender toda essa procura. “nós vivemos de doações, não cobramos nada das mães. O espaço foi cedido pelo instituto Veras, mas o teto da nossa sala desabou e agora nós estamos sem um lugar para fazer esse trabalho. ”desabafa o veterinário, que no momento não está atendendo os pacientes. “as mães e as crianças sentem muita falta da terapia. Elas sempre perguntam quando a gente vai voltar, mas nós não temos como, pois no momento estamos sem um local adequado. Isso é ruim para as crianças também, porque elas podem regredir, e quando voltar a fazer o tratamento, terá que começar do zero. ” explica a fisioterapeuta Shirley.
Mas além de investimento, eles precisam também de profissionais de diversas áreas para ajudar nos tratamentos. “Nós estamos sempre precisando de pessoas que queiram colaborar com nosso trabalho. Nós estamos precisando de profissionais em diversas áreas como: Fonoaudióloga, Neuropediatra, Psicomotricista, Odontopediatra, entre outros. Tanto estagiário quanto profissionais serão bem vindos.” Garante a psicóloga Lúcia.
Ao todo o projeto já atendeu mais de cinco crianças especiais, mas para fazer com que esse número cresça é preciso de muito apoio. Então se você quiser ajudar, é só entrar em contato com um dos profissionais. Toda ajuda, é sempre bem vinda!!!

Para saber mais sobre esse trabalho, acesse o site : http://www.animaisterapeutas.com.br/.
Caixa Econômica FederalAgência 0545 / Conta 3993-0Conta Poupança – Operação 013
HEVERTON GONÇALVES - Veterinário21- 85476575 / 021- 22266518
SHIRLEY GOMES - Fisioterapeuta21- 88612394 / 021- 38790880
LUCIA ROCHA - Psicóloga21- 22580082 / 021 – 97172081

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Há muito tempo não via os jovens interessados em política assim.

Esse foi o principal comentário que escutei durante e depois das eleições para prefeito do rio em 2008.

Fernando Gabeira despertou os jovens para a política revivendo a esperança que eles tinham por uma cidade melhor. A participação dos jovens para alavancar sua campanha, que no início estava com um índice baixo, foi primordial para que a disputa no segundo turno fosse acirrada.


Muitos falaram que nessa campanha houve fraude, pois o feriado dos servidores foi antecipado e 20,24% por cento dos eleitores deixaram de votar, isso corresponde a 927.500 eleitores.


Após o término da disputa, jovens foram as ruas pedir para que o prefeito eleito prestasse contas dos seus gastos para a população. Bom, dizem que os jovens antigamente eram mais participativos na política, para relembrar isso, ano passado foi comemorado os 50 anos da luta dos jovens estudantis contra a ditadura militar. Será que foi isso que influenciou a maioria daqueles jovens que estiveram nesse protesto no centro do Rio? Ou foi pelo desejo de mudança? Sinceramente, estou cansada de ouvir as mesmas promessas a cada quatro anos. Promessas estas que são as mesmas a cada ano de eleição, são as propostas da maioria dos políticos que se candidatam e que não são cumpridas por nenhum dos prefeitos que passaram por nossa prefeitura.


Esperança, esse é o sentimento que ainda está presente na maioria dos cariocas que lutam por um rio melhor. Tenho esperança que um dia eu consiga ver um Rio sem violência e poder andar pelas ruas sem medo.

Perfil Evandro Teixeira


Com mais de 50 anos de carreira, Evandro Teixeira fotografou os maiores acontecimentos do Brasil e do mundo. De infância humilde, aprendeu as técnicas da fotografia ainda garoto. Nasceu no interior da Bahia mais começou sua carreira no Rio de Janeiro, como Fotógrafo do jornal “ O Cruzeiro” e logo depois foi para o “Jornal do Brasil” onde está até hoje como editor de fotografia.
Evandro fotografou ao longo desses anos, vários acontecimentos importantes do Brasil e do mundo. Um desses momentos foi registrado no livro 68 destinos, que foi lançado em março deste ano. O retrato que originou o livro foi tirado na passeata dos 100 mil, grande movimento estudantil da época da ditadura. Essas e outras histórias você confere na entrevista que eu fiz com esse ícone da fotografia Brasileira.

Marcelle Borchetta: Evandro, você pode falar um pouco da sua história.
Evandro Teixeira: Pois é falar um pouco da minha história é meio complicado, ela é meio longa, são muitos anos de batente. Eu comecei na Bahia, estudei fotografia, depois vim pro Rio de Janeiro onde me tornei fotógrafo profissional, graças ao Zé Medeiros que foi um dos mestres da fotografia brasileira. Eu comecei aqui no diário da noite e depois vim pro jornal do Brasil no final de 62 onde eu estou até hoje. Já cobri várias etapas de copa do mundo, mundiais de futebol, olimpíadas – essa agora lamentavelmente eu não fui, pois estou lançando agora e divulgando meu livro 68 destinos. Mas eu acho que é importante essa vivência minha com a fotografia e com o jornalismo do mundo e do Brasil em especial.

MB: Porque você quis virar foto jornalista?
ET:Eu não quis virar foto jornalista, eu acho que nasci foto jornalista. O fotojornalismo entrou na minha vida, eu quando era garoto eu era escultor, fazia escultura. Na minha terra não existia nada, eu era de uma cidade do interior que não existia nem carro. Então eu crie, já naquela época no meu colégio, uma caixa de fotografia de cinema para projetar a fita do cinema de quadro a quadro para os meus colegas do colégio. Aquilo ninguém me falou, ninguém me ensinou, até mesmo porque não tinha televisão, só tinha rádio e não tinha carro. E depois eu fui estudar em salvador, já me tornaram fotógrafo lá no interior- fotógrafo que eu digo, aprendiz de fotógrafo, com um dos tios de Glauber Rocha que era o mestre da fotografia, era um fotografo acadêmico clássico. Depois aprendi com Walter Lessa que era um fotógrafo de Jequié. Ai fui para salvador, estudar em um colégio da Bahia, e lá eu comecei a estudar no “diários associados”, o diário de notícias da Bahia que é da cadeia sociada. E Zé Medeiros , que era do “O cruzeiro”, dava aula em um curso por correspondência, e ele foi realmente meu grande mestre da fotografia. E aí eu comecei no diário da noite, fotografando casamentos e assim começou minha história no fotojornalismo e na história do fotojornalismo brasileiro. E em seguida eu vim pro jornal do Brasil em 62 e estou aqui até hoje, enfrentando o mundo, enfrentando o Brasil tendo essa visão, esse aprendizado da fotografia mundial e brasileira. O que é fotojornalismo? O que é fotografia brasileira?! O que é você trabalhar num grande jornal do Brasil, um grande jornal do país?! Participar de grandes eventos, como é copa do mundo, como são as olimpíadas, disputando ali com os maiores nomes do jornalismo mundial. Então eu acho que é importante, e eu acho que esse tipo de trabalho te leva a essa convivência mundial. A fotografia jornalística é importante alem de ser um eterno aprendizado.
MB: Como é o dia a dia do fotojornalista no Brasil?
ET : O dia a dia do fotojornalismo, é cobrir os grandes acontecimentos de uma cidade,essa é a nossa pauta diária. E independente disso, você tem o inusitado, você está na rua e derrepente tem um fato importante você é avisado pelo rádio, ou você derrepente encontra alguma coisa, fotografa e escreve sobre aquilo. Esse é o nosso dia a dia de um fotojornalismo, de um jornalismo diário num grande jornal do Brasil.
Eu hoje estou mais na retaguarda, agora eu produzo mais livro, estou trabalhando no lançamento de um chamado 68 destinos. Mais independente disso eu acabei de produzir dois livros agora no primeiro semestre, eu fiz o livro do torcedor - junto com uma equipe agora em outubro, e acabei de fazer no mês de agosto, produzi o livro “Vida Seca”, em cima do romance do Graciliano Ramos um livro .

MB:Você pode falar um pouco do seu livro 68 destinos?

ET: Esse livro é sobre a ditadura, sobre os momentos terríveis que o Brasil viveu, o nosso terrível golpe militar. Mais é um livro que vem em cima da passeata dos 100 mil, que foi aquela manifestação, uma das maiores do Brasil. E esse dia em específico, junho de 68, foi um dia memorável, um dos dias mais bonitos que eu pude participar e documentar também. E essa foto que não foi publicada no dia, que gerou a história do livro. Em cima daquela foto que foi publicada pela primeira vez foi no livro fotojornalismo em 83, a Elaine, designer do livro se achou ali, também o seu marido, estudante de arquitetura na época. E aí começou a história, olha eu aqui, olha eu ali, e aí coloquei no site, e fui buscando, tentando encontrar as pessoas, e aí conseguimos encontrar 100 personagens. Foi um trabalho de cinco a sete anos buscar as pessoas. E o trabalho está aí, mais que um livro de fotografia, eu diria que é um livro de história que vai ficar pra contar um pouco do que foi aquilo, aquele grande movimento estudantil no Brasil.

MB:Quais os desafios que você encontrou ao longo dessa carreira?

ET :O desafio é eterno, você sempre tem desafios, qualquer que seja sua profissão é um desafio, especialmente quando é um desafio de começo, tudo é difícil, tudo é complicado. Mas eu acho que você tem que acreditar na sua profissão, você tem que aceitar os desafios, você tem que superar os desafios, você não pode achar que não vai conseguir, que ao vai vencer e vai ser tudo difícil. Eu acho que você tem que acima de tudo acreditar e achar que você vai superar todos esses problemas, eu acho que desafios problemas todos nós tivemos, todos nós encontramos, até hoje tem problemas e desafios, mais eu acho que agente tem que superar, acreditar, tentar e na realidade superar esses desafios e esses problemas.
MB:Qual a melhor coisa da profissão?
ET :É ser um bom fotógrafo, é acreditar na sua profissão, é viver a vida, é conhecer o mundo é conhecer o Brasil. Eu acho que conheço boa parte do mundo, o Brasil eu conheço todo, de ponta a ponta. E quem me levou a isso foi a fotografia. Essa fotografia que eu enfrentei que eu acreditei, que eu desafiei, que eu quis ser fotógrafo, eu acho que sou hoje um fotógrafo de uma certa maneira conhecido. Tem um filme que fala um pouco da minha carreira da minha trajetória. Graças a fotografia, a boa fotografia que o Brasil representa e que o Brasil tem.
MB:Como está o mercado para o jovem que está iniciando a carreira?
ET :O mercado no Brasil está saturado pra tudo, é um país que não valoriza o seu profissional. Então qualquer profissão tem problema, especialmente o jornalismo que é um mercado saturado, mais eu acho que você tem que superar, tem que acreditar e tentar vencer essas situações todas e acreditar em você. O mais importante de tudo é você acreditar na sua força, na seu potencial, você tem potencial para superar todos esses problemas. O mercado... é complicado, mais agente supera isso aí com a força de vontade. Acima de tudo é acreditar que vai chegar lá e que vai conseguir.

Zeebo

O videogame 100 % brasileiro

O novo videogame da Tectoy que foi lançado no dia 25 de maio de 2009, promete fazer sucesso entre os países emergentes.
Destinado para pessoas de classe média que não tem acesso aos aparelhos de ponta, o zeebo tem o preço sugerido de R$499, e acompanha três jogos na memória ("FIFA 2009", "Need For Speed Carbon" e "Treino Cerebral", todos em português) e permissão para baixar gratuitamente outros três ("Prey Evil", "Quake I" e "II") da rede online gratuita do aparelho pelo ZeeboNet3G. Além disso, itens básicos, como fonte de alimentação e cabo de vídeo composto estão inclusos no pacote. Você também pode obter os jogos através dos z-credits que custam 2.000, 3.000 e 5.000 , podem ser adquiridos através do preço real, os créditos variam entre R$ 19,90, R$29,90 e R$ 49,90, e os jogos de R$ 10 a R$ 30, dependendo se for catálogo ou lançamento. O aparelho será vendido inicialmente apenas nas redes varejistas da cidade do Rio de Janeiro e chega até o final do ano no restante do Brasil e outros países.
Pensando no meio ambiente e diminuir os custos, ele revoluciona a maneira de vender os jogos, será o fim das mídias físicas, para quem quiser adquirir está disponível através de download pela rede ZeeboNet3G. Será o fim da pirataria, já que os jogos em tese, não poderão ser gravados ou transferidos para outras mídias. Além disso , quem adquirir o console pode baixar e jogar os games a hora que quiser.
O primeiro aparelho feito para brasileiros tem jogos totalmente em português, que foram feitos por grandes empresas desenvolvedoras de games do mundo.
Questionada pelo fórum do videogame Zeebo- tectoy no Orkut, sobre a possibilidade de oferecer oportunidades para empresas e jovens do Brasil de desenvolverem jogos para o console, a resposta dada pela Zeebo foi a mais positiva possível.
“O Zeebo é um console 100% nacional. A idéia nasceu aqui no Brasil, somos parte fundamental do processo de desenvolvimento e seremos o primeiro país a ter o produto disponível nas prateleiras. Seguindo essa linha, nós estamos definindo a política para disponibilizar o SDK e possibilitar aos estúdios brasileiros que criem jogos para o Zeebo, que estarão disponíveis não apenas no Brasil, mas no mundo todo! Fique atento que nós iremos divulgar essa política em breve!” Equipe Zeebo.
Então quem tiver interesse e quiser fazer parte dessa equipe é só ficar ligado no site oficial do Zeebo. Para quem tiver alguma dúvida sobre o videogame é só participar do fórum Zeebo- tectoy no Orkut.

bairro da urca

Foi no bairro da Urca que nasceu a cidade do Rio de Janeiro.
O historiador Milton Teixeira, conta um pouco sobre o a chegada dos portugueses e a preservação do local.
O bairro que virou patrimônio público está atraindo cada vez mais os jovens que procuram segurança e diversão!

Confira a matéria.

surfe a remo

Surfe com remos, é uma novidade que está chegando com tudo no Rio de Janeiro.
Rico de Souza, um grande surfista brasileiro, fala sobre essa nova modalidade!!

Confira a matéria!!

domingo, 16 de novembro de 2008

boas vindas

A primeira postagem é para desejar boas vindas a todos que visitarem este blog!!!
Sintam - se em casa... comentem, escrevam o que quiser, pois este blog está aberto a todas as opiniões!!!
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